terça-feira, 17 de abril de 2012

Lendas sobre a tal da mão Rápida

Muitos mitos envolvem a masturbação, tanto a masculina quanto a feminina. Por esse ato ainda ser, até hoje, um tabu social e religioso, não verdades são passadas adiante, e muita gente acredita.
Masturbação faz mal ou faz bem? Devemos nos masturbar? A masturbação causa doenças? Diminui o desejo sexual? A maioria dos especialistas concorda que masturbação é uma coisa natural. Muitos estudos, inclusive, apontam que nós nos masturbamos já no útero. Imagens de ultrassom mostram fetos tocando o que seriam seus genitais, em um movimento que os cientistas consideram similar à masturbação.
E, apesar de os pesquisadores ainda não terem conseguido explicar a masturbação do ponto de vista evolutivo, ela deve ter alguma utilidade, pois até os animais a praticam. Quem nunca teve um cachorro pendurado em sua perna?

Cães, gatos, elefantes, esquilos, tartarugas, cavalos, macacos… Muitos animais se masturbam. Mas de forma diferente do homem. Alguns não se masturbam até o orgasmo, enquanto esse parece ser o nosso objetivo na masturbação. Um estudo com esquilos da África tentou investigar os possíveis benefícios adaptativos da masturbação. Em 2010, os cientistas da Universidade Central da Flórida, nos EUA, descobriram que todos os 20 esquilos machos observados se masturbavam e consumiam o que ejaculavam.
Uma análise dos resultados sugere que a masturbação do esquilo “poderia funcionar como uma forma de aliciamento genital”, porque a saliva tem propriedades antibacterianas, e o ato também poderia reduzir seu risco de pegar uma doença sexualmente transmissível.

A ejaculação também pode servir como um mecanismo mais completo de limpar tratos reprodutivos após o acasalamento. Consumir a ejaculação pode evitar a perda de umidade. Nos homens, estudos descobriram que a masturbação pode aumentar a contagem de esperma, ao se livrar de sêmen que perdeu a sua vitalidade e, portanto, aumentando as chances de que esperma jovem seja ejaculado durante a relação sexual. Além disso, especialistas concordam que a masturbação pode ser saudável. O ato pode ser uma maneira de conhecer seu corpo e sentir-se bem, sem correr riscos.

Lendas urbanas
  • Masturbação faz mal para a saúde? Especialistas afirmam que, do ponto de vista médico, não existe qualquer problema na masturbação masculina ou feminina. A masturbação não causa mal nenhum, desde que não seja algo compulsivo. Se a pessoa interrompe sua vida social para se masturbar, ou só consegue pensar nisso, pode ser importante procurar um médico. Caso contrário, não há nada de errado em se masturbar.
  • Masturbação causa espinha, pelos nas mãos, etc? Não existe nenhuma evidência científica de que masturbação cause espinha, ganho de peso, impotência sexual, faça crescer pelos nas mãos, cause infertilidade, entre muitos outros mitos que rolam por aí. Bote na cabeça de uma vez por todas: a masturbação não tem consequências físicas comprovadas. E, não, ninguém vai saber que você acabou de se masturbar através de algum sinal físico.
  • Quantas vezes é normal se masturbar? Não existe uma quantidade “normal”. Cada pessoa é única e tem que descobrir o que funciona melhor para ela. Vale a regra já mencionada: se estiver atrapalhando a sua vida, se você se sentir mal ou culpado, ou se a masturbação estiver ocupando lugar de relacionamentos sociais, pode ser o caso de procurar ajuda médica. De resto, masturbe-se o quanto você quiser.
  • Posso usar acessórios para me masturbar? Poder, pode. Mas médicos e especialistas recomendam que você use somente mãos e dedos. Assim você se explora sem maiores riscos. As pessoas podem se ferir ao usar objetos durante a masturbação. É preciso ter muito cuidado.
  • Masturbação acaba com desejo sexual e com vontade de fazer sexo a dois? De forma alguma. A masturbação não acaba com o desejo na hora do sexo com o parceiro ou parceira. Pelo contrário, a tendência é aumentar a libido com o tempo. Para os homens, pode ser difícil se masturbar e querer ter uma relação sexual minutos depois. Eles precisam esperar um pouco para ter outro orgasmo. Para as meninas, no entanto, não há limites. O organismo feminino não precisa do tempo de espera que o masculino exige. Isso por que mulheres não ejaculam. No geral, a masturbação não só não diminui o desejo, como pode aumentá-lo.
  • Masturbação estimula o desejo sexual? O ato de se masturbar pode sim ajudar na liberação de fantasias sexuais. A pessoa pode vivenciar as coisas que gosta em sua cabeça, e assim ir se descobrindo e não ficar reprimida na hora do sexo com um parceiro. Isso é bom para estimular o desejo. Quem se masturba conhece melhor o próprio corpo e os seus desejos, logo, é mais confiante sobre o sexo e fica mais relaxado e menos ansioso na hora da relação. Isso vale tanto para a mulher quanto para o homem.
  • É feio ou errado mulher se masturbar? Claro que não. O preconceito das mulheres com a masturbação é o que leva muitas delas a crescer sem conhecer o próprio corpo e ter mais dificuldade para atingir o orgasmo. A mulher poderia orientar o parceiro se ela soubesse como alcançar seu prazer máximo. Especialistas recomendam: olhe-se, toque-se. Use um espelho para ver como é seu corpo, como ele funciona, como você reage aos estímulos, etc. Sem medo!
Masturbação e saúde: evidências científicas
Um estudo afirmou que é possível que ejaculações frequentes durante a vida adulta diminuam a chance de risco de câncer de próstata na “melhor idade”, mas até hoje não se achou uma comprovação disso.
Já outro apontou exatamente o contrário: que homens com vida sexual ativa entre seus 20 e 30 anos têm maior probabilidade de desenvolver câncer de próstata no futuro. As chances de desenvolver a doença aumentam se a masturbação for um ato frequente.

Ou seja, quem se masturba muito quando jovem, aos 50 ou 60 anos, tem mais chance de ter câncer de próstata. Os pesquisadores acreditam que isso tem a ver com os hormônios masculinos. Porém, como não é possível afirmar uma coisa ou outra com certeza, a relação entre masturbação e câncer de próstata permanece um mistério.
Mas tem outro caso clínico no qual a masturbação tem um benefício real: no alívio para quem sofre da síndrome das pernas inquietas (SPI). Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que a masturbação alivia cerca de 7% a 10% das pessoas que sofrem da condição. Isso pode ser devido a liberação de dopamina após o orgasmo, que pode ser determinante no alívio dos sintomas da doença.

Fascinante mundo dos Sonhos

Todos os seres vivos na Terra trabalham, gastam energia, fazem coisas no cotidiano e no final de tudo dormem para que possam fazer coisas novas todos os dias e assim como todos seres vivos dormem, todos que possuem cérebro sonham com coisas que fizeram no dia, coisas que pretendem fazer na vida, ou com algo que as encomoda ou talvez até mesmo uma ficção própria e muitas vezez ficamos perpléxos pelo fato de que alguns sonhos nos fazem ir para outro mundo e nos deixa sem entender nada, nos intriga desde os primórdios da sociedade.

Antigamente areditava-se que havia até mesmo intérpretes de sonhos nas cortes reais das primeiras civilizações. Mais tarde, o austríaco Sigmund Freud e seu sucessor Carl Jung revolucionaram nosso entendimento sobre o mundo dos sonhos Desde então, muito tem sido estudado sobre esse campo.
Confira alguns Fatos curiosos sobre os sonhos:


1° - Incórporação: Quem nunca sonhou que estava urinando e no meio do sonho acordou apertadíssimo para ir ao banheiro? Muitas vezes incorporamos coisas que estão ocorrendo ao nosso redor enquanto dormimos em nossos sonhos: alguém falando próximo de você pode tornar-se alguém falando no seu sonho. Não é raro pessoas sonharem que estão com fome ou com sede, ou que estão fazendo alguma ação diferente, até que elas acordam e fazem a atividade com a qual sonhavam.

2° - Falam uma linguagem indireta: Muito já foi dito e pesquisado sobre símbolos, sonhos e suas interpretações. Segundo especialistas, os sonhos carregam significados profundos e pessoais, mas apenas o subconsciente pode entender.

3°- Sonhamos com o que é proibido:  Outro fato impressionante é o de tendermos a sonhar com coisas proibidas. Por exemplo, se alguém não pode comer chocolate, é bem provável que essa pessoa sonhe que está devorando uma caixa de bombons. É comum que, durante o processo de parar de fumar, pessoas sonhem que estão fumando.

4°- Distúrbios do sono podem levar à psicose: Dormir e sonhar, que ocorre no estágio de sono REM (sigla em inglês para Movimento Rápido dos Olhos), são extremamente importantes para uma vida saudável. Em recente pesquisa, estudantes eram acordados durante o ciclo REM. Notou-se, então, que eles se tornavam mais irritadiços, tinham algumas alucinações, psicose e perdiam o interesse em tudo que faziam. Por isso, uma boa noite de sono, combinada com sonhos regulares, também é chave para ficarmos em forma.
 
5°- Os animais também sonham: Estudos revelaram que os animais, e, mais especificamente, os mamíferos, sonham como os humanos. Até mesmo o seu cachorrinho ou o seu gato podem estar sonhando noite após noite sem você saber.
6°- Crianças têm mais pesadelos que adultos: Esse é fato consumado e chancelado por todos os pesquisadores da área: as crianças têm mais pesadelos que os adultos. Muitas crianças sofrem de terrores noturnos e acordam gritando. A condição desaparece nos anos seguintes.
 
7° - Algumas invenções foram vislumbradas primeiro durante o sono:  Embora tendamos a esquecer cerca de 90% de nossos sonhos quando acordamos, várias mentes brilhantes já fizeram descobertas durante seus sonhos. Essas pessoas acordavam e anotavam as ideias que tinham tido. Entre eles estão Isaac Newton, Graham Bell e alguns poetas, que se inspiravam a partir de seus sonhos

quinta-feira, 8 de março de 2012

Aviso

Bom galera como vocês notaram meu blog tava juntando poeira né. Culpa minha, eu sei, mas é porque não estava conseguindo administrar meu tempo direito como dá pra notar. Por conta do tiro de Guerra e do trabalho e do curso e da vida né, mas agora parece que to conseguindo me aprumar e bom para a felicidade de todos logo mais vou voltar a ativa e continuar com os posts de imagem e da historia no Tiro de Guerra :)

Segurança em Primeiro Lugar (y

Um artigo recente reviu 50 estudos sobre usos errados de camisinha. Proteja-se! Confira os erros comuns que prevaleceram:
  1. Aplicação tardia: entre 17 e 51,1% das pessoas afirmaram colocar a camisinha depois do começo do sexo. Outros estudos descobriram que isso acontece com 1,5 até 24,8% dos encontros sexuais.
  2. Remover antes: entre 13,6 e 44,7% dos indivíduos entrevistados tiraram a camisinha antes do sexo terminar. Outros estudos descobriram que isso acontece entre 1,4 a 26,8% dos casos.
  3. Desenrolar a camisinha antes de colocá-la: entre 2,1 e 25,3% das pessoas disseram desenrolar a camisinha antes de usá-la.
  4. Falta de espaço na ponta: não deixar o espaço necessário na ponta aconteceu em 24,3 a 45,7% das pessoas, dependendo do estudo.
  5. Não remover o ar: cerca de metade (48,1%) das mulheres e 41,6% dos homens comentaram casos em que o ar não foi retirado da ponta da camisinha.
  6. Camisinhas ao contrário: entre 4 e 30,4% das pessoas comentaram utilizar uma camisinha novamente, enrolando ela para o lado contrário.
  7. Não desenrolar completamente: 11,2% das mulheres e 8,8% dos homens começaram o sexo sem desenrolar completamente a camisinha.
  8. Exposição a objetos pontiagudos: entre 2,1 e 11,2% das pessoas usaram objetos afiados para abrir o pacote da camisinha.
  9. Não checar a camisinha: 82,7% das mulheres e 74,5% dos homens não checaram a camisinha antes de usá-la.
  10. Falta de lubrificação: entre 16 e 25,8% dos participantes usaram camisinha sem lubrificação.
  11. Lubrificantes errados: em cerca de 4,1% dos sexos, as pessoas usaram lubrificantes derivados do petróleo no látex, o que pode degradar a camisinha. Cerca de 3,2% das mulheres e 4,7% dos homens comentaram isso.
  12. Retirar incorretamente: retirar de maneira errada após a ejaculação foi comentado por 57% das pessoas, em um estudo. Cerca de 31% dos homens e 27% das mulheres comentaram isso.
  13. Usar a camisinha novamente: entre 1,4 e 3,3% dos participantes reutilizaram a camisinha pelo menos mais uma vez após o sexo.
  14. Guardar incorretamente: entre 3,3 e 19,1% dos participantes guardaram as camisinhas em condições fora da recomendação do pacote.
Enquanto o uso adequado da camisinha tem um percentual de segurança de 98% para evitar a gravidez, erros podem aumentar o risco dela estourar, vazar ou outros problemas. Aqui estão os números desses problemas:
  • Rasgar: em vários estudos, entre 0,8 e 40,7% dos participantes comentaram ter experimentado essas situação. Em alguns estudos, os níveis de sexo com uma camisinha estourada chegaram a 32,8%.
  • Escorregar: entre 13,1 e 19,3% dos participantes afirmaram que a camisinha havia escorregado.
  • Vazar: camisinhas vazaram em cerca de 0,4 a 6,5% dos encontros sexuais estudados, com 7,6% dos homens e 12,5% das mulheres comentando ter experimentado esse tipo de situação

Rastros de Resident Evil?

Provavelmente muita gente conheçe a saga Resident Evil, tanto nos Video-Games quanto nos filmes pastelões que foram surgindo com o tempo e por isso essas mesmas pessoas devem estar sabendo que foi lançado mais um game da Franquia - Resident Evil 5 - ao qual a história se passa no continente Africano, em que a população nativa inteira acaba se tornando zumbi, por conta do Tvirus e que os Heróia precisam desvendar os mistérios e salvar suas vidas dos esfomeados por Miolos.

Pode parecer muito radical pensar que um vírus possa fazer uma pessoa se transformar em um zumbi, ou que uma doença traga esse tipo de caracteristica à alguem, mas recentemente uma Misteriosa Doença vem assombrando o Território da Uganda fazendo com que algumas crianças tenham ataques violentos contra elas e contra outras pessoas como mostra o texto abaixo:

Na maioria das manhãs, Michael Odongkara leva sua filha, Nancy Lamwaka, para fora e amarra seu tornozelo em uma árvore. Não é algo que ele gosta de fazer. Mas a doença que leva a criança de 12 anos a ter ataques violentos já afetou tanto sua capacidade mental que ela não consegue se controlar e geralmente acaba indo para longe. Uma vez, ela ficou perdida entre arbustos por três dias.
“Dói muito amarrar minha filha em uma árvore… Mas é porque quero salvar sua vida, sou forçado a isso. Não quero que ela se perca e morra em uma queimada, ou se afogue nos pântanos próximos”, comenta.
Lamwaka sofre de uma síndrome com origem desconhecida e sem cura. As autoridades da Uganda estimam que a doença já afeta mais de três mil crianças do país.A síndrome atinge pessoas entre cinco e 15 anos, e já matou mais de 200 em Uganda, nos últimos três anos. Milhares de crianças também sofrem dela no sul do Sudão.

Os efeitos, parecidos com um ataque epilético, geralmente são ativados ao ingerir comida, por isso aqueles com a síndrome ficam subnutridos e mentalmente e fisicamente abatidos.
“Existe um efeito geral no sistema neurológico, até a extensão que alguns podem ficar com a visão, a ingestão de comida e até a percepção imediata do ambiente debilitadas”, comenta Emmanuel Tenywa, da Organização da Saúde Global (OSG) em Uganda. Enquanto o pai assiste sem poder fazer nada, Lamwaka chora e começa a convulsionar. Saliva começa a sair da boca enquanto o corpo inteiro entra em choque durante alguns minutos, até que ela finalmente cai na poeira. A menina tem episódios como esse até cinco vezes ao dia, desde os últimos oito anos, e sua saúde está muito debilitada. “Quando ela falava, ela pedia comida”, afirma o pai. “Mas agora ela apenas estica a mão implorando por comida”.

Poque isso aconteceA síndrome (nos Estados Unidos chamada de “nodding syndrome”, ou “síndrome do cumprimento”, devido ao movimento da cabeça durante as convulsões) foi primeiramente documenta na Tanzânia, em 1962. Cinquenta anos depois, os pesquisadores ainda não sabem o que ela é.
“Nós temos uma longa lista de coisas que não estão causando a doença. Nós ainda não temos uma causa definitiva”, afirma o médico Scott Dowell. “Nós delimitamos, através de estudos de campo e testes de laboratório, mais de três causas hipotéticas possíveis, incluindo 18 famílias de vírus com centenas de membros”, comenta.
Apesar de não haver razões para acreditar que a doença irá se espalhar, os pesquisadores nunca podem ter certeza. Dowell cita a “doença da magreza”, que emergiu na África na década de 80 e acabou se tornando o começo da AIDS.

Possíveis causadores -
Os pesquisadores têm ideias de causadores da doença: um é uma possível ligação entre o parasita que causa a cegueira dos rios, ou oncocercose. “Todos esses casos aconteceram em áreas onde a oncocercose existe, por isso pensamos que existe uma relação grande entre os dois”, afirma Tenywa.
Os pesquisadores planejam fazer testes genéticos em amostras de pele das crianças para estabelecer a ligação. “Nas próximas semanas tentaremos entender se o parasita é uma variante da oncocercose ou se apenas parece isso”, comenta Dowell.  Os médicos também observaram uma deficiência de vitamina B6 nas populações onde a doença prevalece. Enquanto a causa da doença permanece desconhecida, as autoridades estão focando no tratamento dos sintomas. Um teste, que deve começar em maio, vai testar dois anticonvulsionantes, assim como suplementos de vitamina B6. Algumas crianças afetadas já estão tomando medicamentos antiepiléticos, com graus variados de efetividade. “Penso que todos concordam que nesse estágio é interessante termos uma ideia melhor de quais tratamentos estão funcionando e se algum deles é perigoso”, comenta Dowell. Os pesquisadores esperam um protocolo ser aprovado na Uganda e nos Estados Unidos para teste, que vai incluir 80 crianças.

Amargor -
Mas para aqueles que estão vivendo com a doença e seus efeitos, tudo parece se mover muito lentamente. Em Uganda, a frustração com o governo está crescendo.
“As pessoas estão muito amargas e pensam que o governo as abandonou”, comenta Martin Ojara, coordenador do conselho de Acholi, uma sub-região de Uganda onde a síndrome está mais concentrada.
Apesar do governo ter recentemente anunciado um plano para estabilizar centros de tratamento e trazer trabalhadores da saúde, alguns dizem que é um pouco tarde.
Um pedido de cerca de R$ 2,6 milhões, feito pelo Ministério da Saúde da Uganda, para combater a doença, não foi incluso na receita submetida para a aprovação do parlamento. O ministro das finanças, que considerou o pedido tardio, instruiu as autoridades da saúde a realocar os fundos que já existem até o próximo orçamento. O governo sustenta que tem procurado a causa e o tratamento para a doença desde que ela apareceu. “Houve muitas tentativas, desde 2009, para saber qual é o problema e como pode ser solucionado”, comenta Musa Ecweru, responsável pela parte de desastres e emergências no escritório do primeiro ministro. “Todos sabem que o governo não ficou de braços cruzados. Temos feito de tudo para garantir que vamos superar essa situação”, comenta.
“As crianças (com a síndrome) não podem ir para a escola e não possuem futuro”, comenta Anywar. “Os pais dessas crianças doentes estão traumatizados por uma doença desconhecida, e literalmente perderam a esperança”.

Pegando fogo -
Crianças com a síndrome estão mais sujeitas a acidentes como afogamento e incêndios, devido aos problemas mentais, e muitas das fatalidades são resultados dessas causas secundárias.
Desde que contraiu a doença, Lamwaka já passou por muitos incidentes. Seu corpo está cheio de machucados de quedas, e existem manchas rosas em suas mãos, pois caiu recentemente no fogo, quando ambos os pais estavam longe. “Ela não sabe que está pegando fogo, que ela vai queimar até que alguém chegue e tire ela de lá”, comenta seu pai. Ele admite que parou de levá-la ao médico. “Mesmo que eles nos dêem remédios, eu não acho que isso vai ajudar”, afirma Odongkara.

Sentada em uma sombra próxima está sua mãe, Jujupina Ataro, de 72 anos. Ela tem três netos com a doença e passa boa parte do tempo dando banho, alimentando-as, e até limpando suas fezes, já que as crianças não conseguem mais usar o banheiro. Ela diz que muitos de seus vizinhos e amigos também têm crianças com a síndrome. “Eu conheço tantos nessa região. Se um médico aparecesse você veria quantos existem… É incontável”, comenta. “É como se a geração estivesse afetada”.

Porque uma Musica Gruda na nossa Mente?

Imagine a situação, você está na sua casa, tranquilo da vida, assistindo ao filme do Nemo quando chega na parte da animação que a Dory começa a cantar:

Quando a vida te decepciona, qual é a solução? Continue a nadar, continue a nadar, para achar a solução, nadar, nadar

Pode ser irritante, ou para alguns um bordão fofinho da Dory que faz o filme ficar marcado mas, tirando o fato de que, provavelmente você cantou a musica do mesmo jeito que a peixinha catita, a musica pode talvez ficar na sua cabeça por horas ou em alguns casos mais extremos por dias. Por acaso você já parou para pensar porque esse tipo de coisa acontece na sua cabeça? Bom, se você tinha essa dúvida ou se já havia se perguntado isso, recentemente alguns cientistas descobriram o motivo de isso acontecer, como mostra o texto abaixo -

Esse fenômeno todo mundo já experimentou: ficar com uma certa música ou melodia na cabeça por dias, sem parar.
E por isso acontece? Segundo a Dra. Vicky Williamson da Universidade Goldsmith, pode ser que a nossa memória processa certa música de uma forma que faz com que nossos cérebros sejam particularmente propensos a recuperá-la espontaneamente.
Ou seja, uma canção pode ser desencadeada em nossa mente por uma palavra encontrada nas letras, ou por sentimentos como estresse ou surpresa, que correspondem a uma memória particular na qual você estava ouvindo a música. Por exemplo, ler a palavra “Delícia” em uma marca de margarina faz você lembrar da música do Michel Teló a ponto de cantá-la o dia todo. Ou, em um dia que você está triste, sente vontade de ouvir repetidamente uma música que lhe traz lembranças.

Muitas pessoas relatam casos de músicas grudentas desencadeadas por estresse. Por exemplo, uma mulher alegou que certa canção de Nathan Jones tem lhe assombrado desde que grudou em sua cabeça enquanto esperava para um exame com 16 anos. Ela se lembrou espontaneamente da música em todos os momentos estressantes que passou depois disso, inclusive seu casamento e o nascimento de seu filho.

A causa disso pode ser o fato de que o nosso cérebro codifica as músicas em uma variedade de maneiras diferentes, porque elas estimulam vários sentidos diferentes. As músicas também podem carregar fortes associações pessoais e emocionais, que tornam as pessoas mais propensas a lembrar dela.
Surpreendentemente, a pesquisadora Vicky descobriu que a composição da música (por exemplo, se é uma música que “pega”) não é especialmente importante para determinar se lembraremos dela ou não.

Em um experimento em que as pessoas tinham que contar suas histórias sobre músicas grudentas, apenas algumas foram listadas por mais de um usuário. Fatores como quão recentemente e frequentemente ouvimos a música são mais importantes. “Às vezes cinco ou seis pessoas relatam que não esquecem a música de um novo filme, porque acabaram de vê-lo”, diz Vicky

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Batida do coração é nossa Senha


Você acha que o amor em seu coração é único? E é mesmo. Segundo um novo estudo, a batida de todos os corações tem um ritmo próprio. Os cientistas acreditam que essa singularidade pode ser usada para as pessoas protegerem seus dados.Para provar que os ritmos cardíacos são únicos, os pesquisadores liderados pelo engenheiro elétrico de Taiwan Ching-Kun Chen desenvolveram um algoritmo que transforma uma leitura eletrocardiográfica (ECG) feita da palma da mão de uma pessoa em uma chave de criptografia.
E porque a palma da mão? O objetivo é construir um sistema em discos rígidos externos e outros dispositivos que possam ser criptografados e descriptografados simplesmente ao tocá-los.Ou seja, só o dono daquela batida de coração tem acesso aos dados protegidos. Não é um amor?